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14 Out 2010


ETAPAS     DA     MANUTENÇÃO

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SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE REPARAÇÃO

(A 21ª de 30 importantes etapas)

A Subcontratação é um recurso imprescindível sempre que se verifica a ausência de capacidade tecnológica para reabilitação de componentes defeituosos 

 

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Sempre que a empresa reparadora não possui capacidade de reparação de determinados módulos, acessórios, subpartes ou componentes, subcontrata a sua reparação a terceiros.

Este acto normalmente obtém o consentimento do proprietário e obriga ao controlo por parte da empresa reparadora (contratada) sobre a empresa especializada (subcontratada).

O estatuto de "Repair Station", segundo o FAR 145 ou o EASA Parte 145 prevê que numa cadeia de subcontratações, as entidades a montante devem efectuar auditorias e obrigar as entidades a jusante (subcontratadas) a um plano de qualidade definido e aprovado pelas entidades contratantes, numa cadeia auto-reguladora. Este princípio não inviabiliza a possibilidade de que representantes das autoridades aeronáuticas responsáveis pela concessão do estatuto de reparador autorizado, efectuem auditorias separadas às entidades envolvidas.

As entidades subcontratadas que efectuem trabalhos que culminem com um acto de emissão de um certificado atestando que o produto intervencionado está apto para uso aeronáutico, estão obrigadas à detenção dum estatuto de "Repair Station" segundo o FAR 145 ou EASA Parte 145. Nestas situações englobam-se motores, acessórios, módulos e todas as subpartes que realizem uma função própria no âmbito dum conjunto superior. Nos restantes casos (componentes passivos ou que por si só não desempenhem qualquer função autónoma) não obrigam ao estatuto de FAR 145 ou EASA Parte 145 (trata-se duma opção), já que a entidade que irá integrar esses componentes num conjunto superior (que realize uma função) estará obrigada a emitir um certificado de aptidão para uso aeronáutico tipo "Form 8130-3" (segundo a FAA) ou "Form One" (segundo a EASA).

Muitas vezes uma operação de subcontratação de componentes transforma-se numa aquisição tipo "exchange standard", motivada pela evolução dos orçamentos parcialmente apresentados ou perante o incumprimento do prazo de entrega, sobretudo, quando o atraso verificado compromete o cumprimento do prazo de entrega do motor ou conjunto superior, alvo do contrato realizado primariamente.


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